As saudades de escrever apertam tanto comigo como o cansaço. Sinto-me feliz, realizada embora exausta. Não tenho parado de não fazer nada, de evitar a responsabilidade na PT e de adiar os trabalhos da Universidade. Cheguei a um tempo limite, onde já nada se pode adiar, é um risco enorme se o fizer nesta altura. E enquanto estou a escrever, sinto-me cansada, os olhos a piscar várias vezes como quem pede colo (ou cama). Tenho de me dar colo assim que for possível, ando carente de mim.
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