sábado, 5 de junho de 2010

Queima das fitas


A Muy Ilustre e Digníssima Universidade de Évora estava a postos. Os cursos lançaram o grito académico, enérgico e nervoso, pelo momento que se seguiria. Entrámos, os finalistas sentaram-se, acompanhados pelas suas pastas, pelos seus momentos individuais e colectivos que se passaram ao longo destes três/cinco anos. Os familiares, os amigos e os colegas assistem. O coro inicia a cerimónia com a sua música litúrgica e as emoções despertam os mais profundos sentimentos no público. A missa decorreu de acordo com o programado. E eis que chega o momento que todos esperavam: a bênção das pastas (das fitas, do esforço e do empenho dedicados todos estes anos a um curso, a um sonho de uma vida). Quando os finalistas ergueram o seu sonho em forma de fitas no ar e agitaram a sua vitória pelos céus da Catedral, feixes de luzes multicoloridas pintaram o ambiente e a emoção tomou conta dos corações e do corpo de alguns. Arrepiante. Emocionante. Inspirador. Um sonho construído de formas, de cor, de sorrisos e por fim, de palmas de sucesso, de garra.
Parabéns a todos os finalistas.

1 comentário:

Marie Roget disse...

Arrepiei-me!
Dava tudo para puder repetir aquele dia... Que turbilhão de emoções! (':
Puder estar com os que me acompanharam nesta fase final, é algo que só se pode sentir e ser expressado por sorrisos e lágrimas de alegria.